segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Jornal O Dia desta terça-feira (dia 13/11) publica matéria paga do Sepe sobre reestruturação na rede municipal

A edição desta terça-feira do Jornal O Dia publica uma matéria paga do Sepe, que alerta a população sobre os problemas que a reestruturação da SME na rede municipal está provocando nas escolas e os prejuízos para os alunos e profissionais. O texto foi publicado na página 13 do primeiro caderno do Jornal, com grande destaque. Veja o teor do texto do Sepe publicado hoje para denunciar a população sobre os problemas da reestruturação na rede municipal:
Aos responsáveis pelos alunos das escolas municipais:

A Secretaria Municipal de Educação quer mudar o funcionamento das escolas e creches do Rio de Janeiro, causando muitos problemas para seus filhos. Pela proposta da Prefeitura, em 2013 as escolas serão divididas por séries. As turmas da educação infantil serão atendidas pelos EDI’s. As turmas do 1º ao 3º ano serão concentradas em escolas chamadas “Casa de Alfabetização”. Os 4º, 5º e 6º ano, transformados em “Primário Carioca”, e os 7º,8º e 9º ano em “Ginásio Carioca”, vão funcionar, agora, em escolas diferentes.Isso significará um transtorno para as famílias dos estudantes.Muitos alunos terão que mudar de escola. Crianças da mesma família estudarão em lugares diferentes. Além disso, a cada 3 anos os responsáveis terão que buscar novas escolas para matricular seus filhos e enfrentarão a dura batalha de garantir as vagas.O trabalho pedagógico também será desfeito, profissionais que trabalham há anos na mesma escola exercendo um bom trabalho com a comunidade escolar, também serão transferidos para outras escolas e terão suas vidas profissionais desestruturadas.
A Prefeitura não está respeitando a história e o projeto político pedagógico das escolas. Ao propor a divisão das escolas por segmentos ataca a qualidade do ensino que tem sido garantida através do árduo trabalho dos profissionais da educação em diálogo com as comunidades escolares. A tentativa de demolição da EM Fredenreich é um exemplo simbólico deste ataque.

O pior é que os profissionais, os alunos e os responsáveis não foram consultados.

Será que a escola dos filhos do Prefeito é assim?


Não permita que acabem com a escola pública do seu filho. Educação é um direito fundamental da população que tem que ser garantido pelos governos.



O que está em jogo é o futuro de milhares de crianças e jovens cariocas, por isso é que a luta em defesa da escola pública é uma responsabilidade de todos nós!



Fonte: SEPE RJ

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